Live Evil

ARCHITECTS

Clash Club - São Paulo/SP, 30 de maio de 2015

A banda não é inédita por aqui, mas é a primeira vez que o Architectsvem como headliner e fez o Clash Club ficar pequeno com a histeria dos fãs que aguardavam este retorno ao Brasil. A banda também se apresentou no Rio de Janeiro e Curitiba.

Na capital paulista o show de abertura ficou a cargo dos brasileiros do It’s Time for Redemption quarteto de Belo Horizonte (MG) que nessa apresentação foi sem um dos guitarristas. Mesmo assim, a apresentação agradou os fãs da banda principal, já presentes em bom número. O grupo mineiro atualmente divulga o primeiro EP, “Invaders”, lançado em 2014.

Três anos depois de dividir o palco com o Whitechapel e The Devil Wears Prada, enfim os ingleses do Architects puderam fazer uma apresentação com um set mais longo e privilegiar os fãs que são verdadeiros seguidores deles por aqui. Com menos de 10 anos de estrada, o grupo não foge à regra de outros expoentes do Metalcore e tem, além de uma legião de admiradores, vários discos lançados e uma quantidade de hits divididos em, nesse caso, cinco discos de estúdio. Estão atualmente em divulgação de “LostForever//LostTogether”, lançado em 2014. São dele as três faixas que abrem o show: “Broken Cross”, “The Devil is Near” e “Dead man Talking”.

Apesar do barulho da apresentação, houve pouca repercussão e críticas de que o show não teve a procura esperada. Realmente não é uma banda que lotaria um espaço maior, talvez por isso a proximidade com o público e com espaço físico menor foi não só apropriada como aproximou banda e plateia. O set foi relativamente curto para quem já teria condição e músicas para montar um repertório com mais opções. De qualquer forma, as escolhidas foram bem recebidas pelo público, que curtiu e cantou junto. O ‘circle pit’ também foi constante durante todo o show. “C.A.N.C.E.R”, “Early Grave” e “Follow the Water” foram as que vieram na sequência, fazendo a pista ferver no pogo.

Apesar de se dirigir pouco ao público, o vocalista Sam Carter, nesta função desde 2007 e nos vocais desde o segundo disco, pedia para o público agitar e manteve o ritmo durante todo o show. O instrumental é bastante técnico, alto e com bons solos de guitarra. As faixas “Day in Day out”, “Youth is Wasted on the Young” e “These colours don’t run” fecharam a primeira parte do show.

Ovacionada, a banda voltou para o bis e encerrou o show com o master hit “Grave digger”. Sam agradeceu muito a recepção e o carinho dos presentes tanto ao vivo quanto nas redes sociais. Por motivos particulares, a tour sul americana que encerraria em Santiago no Chile e Bogotá na Colômbia, tiveram os shows cancelados. A banda anunciou o cancelamento nas redes sociais, pediu desculpas e disse que serão remarcados assim que possível. Que aproveitem a passagem e retornem para revisitar os fãs brasileiros.

 

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